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Mostrando postagens com o rótulo Hong Kong

Daily News – Relação entre EUA e China é o novo foco do mercado.

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A quinta-feira foi um dia interessante nos mercados. No Brasil vimos um desempenho relativo e absoluto fenomenal dos ativos locais. A alta da bolsa acabou sendo puxada por bancos e ações mais "dependentes" de juros baixos. Vimos forte queda do dólar. O movimento ajudado pelo "call" de compra de ações no Brasil feito pela Goldman Sachs. Isso tudo aconteceu n mesmo dia em que o S&P apresentou queda de cerca de 1%, após novos ruídos na relação entre EUA e China. A China anunciou que irá reescrever a constituição de Hong Kong, o que gerou forte repreensão por parte do Ocidente. Ainda estamos no topo de cima das bandas recentes, mas sem sinal de "rompimento". Hoje pela manhã, os ativos de risco seguem pressionados após uma noite de dinâmica muito ruim das bolsas da Ásia, em especial com queda de quase 6% do principal índice de Hong Kong. A China está promovendo nestes dias a reunião mais importante para as definições econômicas e políticas...

Daily News – Bem-Vindo a 2020!

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Algumas análises dos últimos dias para começarmos 2020. Algumas notícias positivas, alguns sinais que precisam ser monitorados e algumas surpresas. No geral, um quadro neutro em relação ao final de 2019: China – O Manufacturing PMI ficou estável em 50.2 pontos em dezembro. Para os otimistas, sinal de estabilização do crescimento. Para os pessimistas, estabilização frágil, ainda em patamar perigosamente baixo e as custas de uma nova rodada de estímulos. O Non-Manufacturing PMI caiu de 54.4 para 53.5, em um sinal de desaceleração adicional da economia doméstica. Abaixo, podemos ver os gráficos e tabelas com detalhes abertos do número: Oriente Médio – Na semana passada, uma base americana foi atacada no Iraque, com algumas vítimas fatais. O ataque teria sido executado por milícias da Síria/Irã. Os EUA responderam com bombardeios militares a bases dessa milícia. Ontem pela manhã, a embaixada dos EUA no Iraque recebeu uma tentativa de invasão, com protestos massivos...

Daily News – Nova piora no cenário internacional.

Os ativos de risco estão abrindo o dia em tom negativo, puxados pela pouca evolução e por ruídos envolvendo as negociações entre EUA e China. Destaque para a queda das bolsas e para o fechamento de taxa de juros no mundo desenvolvido. Na noite de ontem, o Congresso dos EUA aprovou uma “moção” em que busca acompanhar e, de certa forma, controlar, a situação em Hong Kong de maneira mais próxima. Ainda existe um trâmite para que a “lei” seja aprovada e enviada ao Presidente para assinatura final, mas foi um forte sinal por parte do Governo dos EUA à China. Logo após a aprovação no Congresso a China divulgou comunicado bastante duro em relação a esta postura dos EUA. Este evento, aliado a dificuldades na evolução do acordo comercial, deveriam tirar um importante suporte aos mercados globais. Conforme comentamos na Carta Mensal da TAG Investimentos de outubro: Alguns vetores ajudam a explicar esse movimento de recuperação do humor global a risco nas últimas semanas: · Pri...

Daily News – “No News is Good News?”

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Nos últimos dias, os ativos de risco parecem estar consolidando nos atuais níveis, com as bolsas globais na ponta de cima da banda deste ciclo econômico e, no caso dos EUA, em seus picos nominais históricos. Não há novidades relevantes nos últimos dias. Vejo alguns ruídos e problemas idiossincráticos, mas nenhum que pareça capaz de alterar a dinâmica recente. Acredito que o mercado internacional tenha precificado um cenário de melhora considerável de ambiente econômico e político global, o que pode ter sido exacerbado por um quadro técnico favorável. Caso os dados econômicos não se revertam, pode haver algum tipo de decepção nesta frente. Contudo, neste momento, o suporte aos ativos de risco parece bastante sólido e apenas uma confirmação de perda de algum vetor de sustentação será capaz de reverter está dinâmica/tendência. A situação em Hong Kong segue tensa, mas sem gerar contágio econômico e financeiros ao resto do mundo, ainda. O Irã agora passa por um momento t...

Final de Semana.

O final de semana foi de mais protestos, e ainda mais violentos em Hong Kong. O exército da China, pela primeira vez em vários anos, tomou as ruas do “país”, em um gesto ainda simbólico, para “ajudar voluntariamente” na limpeza da cidade. A ação me pareceu um claro sinal à população e aos manifestantes. Por ora, apenas os mercados da região têm reagido aos eventos em Hong Kong. Não há sinais de contágio ao resto do mundo. Isso pode vir a mudar caso a China comece uma intervenção mais aguda no “país” e isso afete a relação com o Ocidente. Na China, mais um banco sofreu intervenção estatal. Isso tem virado recorrência ao longo deste ano, em um esforço de conter problemas financeiros mais graves: https://www.wsj.com/articles/chinese-state-backed-investors-extend-support-to-yet-another-bank-11573900656?mod=hp_lista_pos5 . O Irã passa por momento delicado, com protestos generalizados após o aumento do preço do petróleo em 50%. Ainda sem impacto imediato para os mercados globai...

Daily News – Obstáculos se intensificam no cenário.

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Os ativos de risco estão abrindo em tom mais negativo, com os ruídos comentados no começo da semana voltando a dar o tom do mercado (vide aqui: https://mercadosglobais.blogspot.com/2019/11/daily-news-algumas-pedras-no-caminho.html ). O tema mais importante para os ativos de risco e o cenário, que apresentou sinais mais claros de deterioração, foi a relação entre EUA e China . Segundo a mídia, há obstáculos grandes para que um acordo entre os dois países seja atingido nas próximas semanas, como anteriormente anunciado:   https://www.wsj.com/articles/trump-says-u-s-china-close-on-phase-one-of-trade-deal-11573584025?mod=hp_lead_pos6 . Acredito que um acordo seja essencial e indispensável para qualquer estabilização mais permanente e estrutural da economia global e dos mercados financeiros mundiais. Para piorar o cenário, os protestos em Hong Kong estão se tornando ainda mais violentos, o que levou a forte queda dos ativos da Ásia está noite. A situação no Chile nã...

Daily News – Algumas pedras no caminho.

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Os ativos de risco estão abrindo a semana em tom levemente negativo, puxados por alguns temas específicos: Primeiro, os protestos em Hong Kong tornaram-se ainda mais violentos em sua 24 semana, após a morte de um estudante. Este está sendo o principal “driver” dos ativos de risco essa manhã. Além disso, as eleições na Espanha apresentaram mais um resultado de indefinição política. Na sexta-feira, a Moody´s rebaixou a nota de crédito da Inglaterra de neutro para “negative watch”, com o argumento de uma paralisia política. Há ruídos em torno do acordo comercial entre EUA e China nos últimos dias. Nenhum desses vetores, sozinhos, parecem capazes de alterar a dinâmica positiva global. Contudo, mostram como a incerteza mundial continua elevada. Diante de preços, “valuations” e posição técnica comprometida, podem trazer alguma realização de lucros: Na China, os dados de inflação de outubro mostraram forte alta do CPI, puxado pela elevação no preço dos Porcos. O P...

Final de Semana

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O PMI da China ficou abaixo das expectativas, mostrando uma economia fragilizada. Os protestos em Hong Kong se tornaram mais violentos após a prisão de alguns de seus líderes. A Argentina anunciou um controle de capitais. As tarifas adicionais de importação entre EUA e China entraram em vigor, como era esperado. As exportações da Coreia do Sul continuaram mostrando um mundo em desaceleração. De maneira geral, continuo vendo os eventos recentes como negativos e reforçando minha visão mais cautelosa com o cenário internacional. O caso da Argentina em meio a um mundo incerto pode trazer algum contágio ao Brasil em termos de dinâmica de preços, mesmo que nosso cenário seja diametralmente oposto ao cenário do nosso vizinho. Sigo otimista com a bolsa local, mas sabendo que teremos volatilidade derivada do cenário internacional. O dólar pode voltar a ficar pressionado (para cima) assim como a curva de juros. A dinâmica de sexta-feira foi melhor, mas o final de semana...

Para onde estamos indo?

Devido a velocidade com que os eventos estão ocorrendo, tenho feito atualizações de maneira mais frequente neste fórum a seguir: https://twitter.com/DanKawa2/ Minha visão sobre o mundo, nos últimos dias, foi apenas ratificada pelos eventos recentes. Continuo extremamente negativo com o cenário econômico global. Vejo o mundo em um estágio avançado do ciclo econômico – quiçá um estágio final – em um pano de fundo de política monetária menos potente. A Guerra Comercial apenas acelera e acentuada este cenário. Na sexta-feira, Powell trouxe poucas novidades ao cenário, a despeito de levemente mais “dovish” (comentei mais a fundo aqui: https://mercadosglobais.blogspot.com/ ). O destaque ficou por conta das medidas adicionais anunciadas por China e EUA. Vejo este evento como bastante negativo para os mercados, dado todo o contexto que já comentei acima. Em Hong Kong, o sábado foi de novas e agressivas manifestações. No Brasil, não entrarei no mérito das discussõe...

Daily News – Sem melhora no cenário. Crescimento baixo, Argentina e Hong Kong continuam em foco.

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Os ativos de risco estão operando próximos a estabilidade, após uma segunda-feira de forte pressão negativa. Não vejo melhora estrutural em nenhum dos vetores que tem pressionado o humor global a risco. Na Alemanha , o ZEW, um dos indicadores de confiança mais importantes do país e de toda a Europa, apresentou queda superior as expectativas, atingindo níveis das crises de 2008 e 2012. Desta vez, contudo, o espaço para impulso da política monetária é muito menor do que no passado. Continuo bastante reticente em acreditar que “fazer mais do mesmo” do que já vem sendo feito nos últimos 10 anos será suficiente para tirar a região de um cada vez mais aparente recessão: Em Cingapura , uma das economias mais abertas do mundo e encrostada na Ásia, o governo foi obrigado a promover um ajuste de expectativas do PIB, esperando uma estagnação da economia. Este é mais um sinal e um termômetro importante da saúde econômica da Ásia e de todo o mundo: Na Argentina , os mercad...

Daily News – Argentina: Terror, Pânico e, provavelmente, Default. Hong Kong também assusta os mercados.

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O final de semana tinha sido tranquilo até acordarmos para a realidade que se impõe está segunda-feira. Em mais um resultado de eleição totalmente inesperado, Macri perdeu por cerca de 15pts as eleições PASO na Argentina para seu maior rival Alberto Fernandez, aliado de Cristina Kirchner . As pesquisas antes das eleições davam um empate técnico. O PASO é uma espécie de eleição regional que muitos veem como o melhor e último termômetro real antes das eleições presidenciais de outubro. O resultado de ontem coloca praticamente Fernandez como novo presidente argentino. Uma economia em forte recessão, com inflação elevada, sem reservas internacionais, com uma dívida externa elevada e um pacote junto ao FMI já em andamento, aliada a recentes medidas de congelamento de preço. Está dada uma receita para a catástrofe econômica. Já seria difícil endereçar os problemas argentinos com um candidato liberal e/ou de moderado. Com um candidato aliado àqueles que colocaram o país...

Hong Kong: Crise se alastra.

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A situação em Hong Kong apresentou forte deterioração no final de semana. A “Primeira Ministra” irá falar agora, por volta de 23h00. A situação deixa a China fragilizada em mais uma frente. O nível de 7 da moeda chinesa (CNY interno e CNH offshore) que era visto por muitos como um patamar a ser defendido, está sendo testado no mercado offshore na abertura dos mercados na Ásia. Isso pode ser um trigger relevante para mais uma pernada de deterioração do humor internacional. Sigo com visão mais negativa com cenário externo.

Ruídos vs Riscos

O movimento de transição dos mercados financeiros globais, que tenho comentado a algumas semanas, se intensificou nos últimos dias, com alguns ruídos que julgo pontuais, afetando o humor global a risco. Acredito que as bolsas globais já tenham feito um movimento considerável de realização de lucros. É difícil saber onde elas irão parar, mas já julgo os níveis de preço e volatilidade dos mercados globais como mais justos neste momento, ao contrário do que via a algumas semanas atrás. Acho válido, porém, colocar por escrito o que parecem ser vetores estruturais, e o que são apenas ruídos pontuais: - Ebola: O surgimento de um caso de Ebola nos EUA é negativo no curto-prazo, mas ainda me parece cedo demais para pânico. O vírus é letal, de difícil controle, e sem um tratamento eficaz claro. Contudo, se países na África, como a Nigéria, já conseguirem conter o vírus, não vejo motivos para um pânico generalizados dos ativos de risco ( ruído );. - BCE: O Banco Central Europeu não di...