Postagens

Mostrando postagens com o rótulo AUD

Daily News – Where do we go now?

Imagem
Os ativos de risco estão abrindo o dia com leve viés negativo, porém com movimentos pouco expressivos, neste momento. Ontem escrevi um pouco mais a fundo sobre os dados econômicos recentes e minha visão sobre o cenário: https://twitter.com/DanKawa2/status/1643303000234942497?s=20 .   Os sinais de desaceleração do crescimento nos EUA seguem se acumulando:   Em um momento em que o mercado não parece ainda “barato”, especialmente nos EUA:   Este ano, as 20 maiores empresas do S&P representaram todo o ganho do índices no ano (em torno de 7%). As demais 480 empresas ficaram praticamente estáveis. Isso mostra uma concentração de ganhos neste processo de alta do índice, e não uma alta generalizada e saudável:   No Brasil, os ativos locais seguem flutuando entre o menor pessimismo com o novo Arcabouço Fiscal, com evidente acomodação do mercado de juros e de câmbio, e um ambiente ainda de incerteza na bolsa, em que alguns setores sofrem a incerteza de um e...

Flash News – Sinais que merecem atenção e preocupação.

Imagem
Os sinais do mercado essa manhã estão em linha com a preocupação que venho sinalizando neste fórum. Só para dar alguns exemplos: Bunds de 10 anos a -0,12%, com fechamento de 5bps hoje Treasury de 10 anos a 2,37% com fechamento de 3,5bps hoje. CNY – moeda da China – acima de 6,9 contra o USD, maior patamar em vários meses. AUD – moeda da Austrália – altamente dependente da China e do crescimento global fazendo um novo low a 0,6915, com queda de 0,4%. BTP de 10 anos na Itália abrindo 4bps e no maior patamar em vários meses. Por ser um país alavancado e em recessão, períodos de desaceleração global o afetam enormemente. Em linhas gerais, um movimento de aversão a risco. Mesmo na ausência da Guerra Comercial o mundo já mostrava fragilidade. A continuidade do embate entre EUA e China apenas irá antecipar e acentuar (ou não) este quadro global de incerteza. Fonte: Bloomberg

Dólar, Treasuries e Cenário.

O dia foi um tanto quanto interessante para estar de volta. Do ponto de vista econômico, não houve de fato uma mudança muito relevante de pano de fundo, como veremos abaixo. Mercados: Para os ativos de risco, vimos a confirmação de uma dinâmica diferente em relação ao dólar no mundo. O mercado agora arpoveita qualquer queda do dólar como oportunidade de compra da moeda americana. Como comentei na semana passada, o dólar parece tecnicamente rompendo alguns niveis importantes e uma tendência de alta pode estar se caracterizando. A posição do mercado, excessivamente vendida em dólar no mundo, está ajudando a exaxerbar este movimento. Além disso, o cenário economico de diferencial de crescimento, politica monetária e taxa de juros, além do momentum da moeda parecem dar suporte ao movimento, que poe continuar no curto-prazo. Comentei sobre isso na semana passada aqui, na seção sobre EUA ( https://mercadosglobais.blogspot.com.br/2018/04/comentarios-sobre-os-eventos-recentes.html ). ...

A hawkish Fed, but a dovish market.

O comentário de hoje precisa ser dividido em duas partes. Primeiro, qual foi a conclusão da reunião do FOMC. Segundo, como estava o posicionamento do mercado, que em muito explica esta primeira reação a decisão divulgada hoje. Em relação ao Fed, a decisão só não foi definitivamente hawkish pois não houve uma mudança nas previsões do Fed para 4 altas de 25bps este ano ao invés de 3, o que alguns esperavam. De qualquer modo, essa alteração só não ocorreu por um pequeno detalhe, talvez de um membro do FOMC que nem seja votante este ano. Todas as demais alterações do comunicado e das previsões do Fed foram na direção de mais confiança na recuperação da economia, em um mercado de trabalho robusto e em um processo de aceleração da inflação. Isso tudo levou o Comitê a revisar para cima as expectativas de taxas de juros de 2019 em diante, em alguns casos de forma relevante. Minha visão é de que o Fed está cada vez mais confiante no seu cenário e o processo de alta de juros seguir...

Watching Global Growth...

Mercados & Cenário: O destaque da manhã fica por conta do fechamento de taxas das Treasuries e dos demais países desenvolvidos na Europa. As commodities operam em queda. O movimento é uma continuidade daquele verificado ao longo da quarta-feira. O AUD também opera pressionado, após dados de “capex”/investimentos abaixo das expectativas do mercado. Nas últimas semanas observamos sinais de acomodação do crescimento global. Até o momento, vejo este movimento como natural neste estágio do ciclo econômico. Contudo, a queda recente do PMI Manufacturing na China acendeu um sinal amarelo no meu cenário e merecerá atenção nos próximos dias/semanas. Com muitos ativos de risco ainda em níveis de “valuations” pouco atrativos (ou menos triviais), sinais mais concretos ou coordenados de desaceleração global não seriam bem recebidos pelos mercados. Por ora, reforço que este ainda é um cenário alternativo. A desaceleração ainda me parece pontual e normal para este estágio do ciclo econô...

Emprego nos EUA ditará a dinâmica dos ativos de risco.

Após uma breve correção das tendências recentes verificadas no inicio desta semana, os ativos de risco aparentam estar retomando a trajetória que começa a virar uma nova tendência de mercado. Neste momento, as taxas de juros voltaram a apresentar abertura de taxas, o que está colocando leve pressão nas bolsas. O dólar opera sem tendência definida, e sem movimentação relevante. Nas commodities, o petróleo e as metálicas não preciosas apresentam alta, enquanto as agrícolas apresentam queda, revertendo uma pequena parte do movimento recente. O destaque do dia ficará por conta da divulgação do ADP Employment e do Jobless Claims. Acredito que o mercado será bastante sensível a dados mais positivos no tocante ao mercado de trabalho dos EUA . No Brasil , poucas novidades relevantes. A mídia afirma que a defesa de Michel Temer no Congresso enfrenta resistência, e sua situação estaria se complicando ainda mais. Confesso que já há algum tempo não tenho convicção de qual seria o melhor cená...

Teses de Investimento.

Os ativos de risco estão operando próximos a estabilidade, em um dia de feriado nos EUA. Destaque para uma leve alta do USD no mundo, após os comentários de Stanley Fisher ao longo do final de semana. As bolsas do mundo desenvolvido apresentam pequenas altas essa manhã. Teses de Investimento –  Minha maior convicção este momento é que o BCB fará tudo que estiver ao seu alcance para a inflação convergir para o centro da meta no horizonte relevante de tempo. Assim, acho interessantes posições vendidas em inflação implícita na parte intermediária da curva (2020 a 2023), nos atuais níveis de 5,75%. Entendo que a inflação de curto-prazo ainda está elevada e surpreendendo para cima. Assim, tenho evitado a parte mais curta da curva e buscado deixar espaço para elevar a alocação ao longo do tempo, até que a inflação corrente dê sinais mais animadores. Como, neste cenário, o BCB poderá esperar mais tempo para iniciar o ciclo de queda de juros, estou favorecendo estruturas de opções...

Posição técnica ainda favorável.

Os ativos de risco estão mostrando fadiga essa manhã, apresentando sinais de leve aversão a risco. Os movimentos são liderados pelas quedas do Petróleo e do Minério de Ferro . Ainda parece cedo para afirmar que o cenário base que vem sendo regra nas últimas semanas tenha ficado para traz, mas na ausência de mudanças fundamentais para o mercado de commodities (baixa demanda, aumento de oferta, estoques elevados e etc), a pressão em seus preços deve criar um ruído de curto-prazo. Destaque também para as quedas do AUD e do NZD , após as Minutas do RBA e depois de um paper do RBNZ elevarem a probabilidade de um novo corte de juros nas duas economias. O cenário central ainda é de um crescimento global baixo, sem risco de recessão, mas com flutuações em torno da tendência. Neste ambiente, a busca por carry e yields deveria prevalecer. Incomoda-me, contudo, a velocidade e a magnitude que os investidores já migraram para este cenário, piorando o nível de preços e a posição técnica de v...

Sinais de fadiga dos mercados externos.

Nesta terça-feira observamos os primeiros sinais, mesmo que ainda incipientes, de fadiga dos ativos de risco, principalmente no complexo de commodities (Petróleo e Cobre, por exemplo). O dia foi de poucas novidades do ponto de vista econômico. Os ativos no Brasil voltaram a mostrar desempenho relativo mais positivo do que os seus pares, ainda na expectativa de uma troca de governo. Os rumores continuam sinalizando para o fechamento de novos acordos de delação premiada que poderiam implicar Lula, o PT e o atual governo, para um possível distanciamento adicional do PMDB, e para manifestações vultuosas no domingo, dia 13 de março. Uma mudança de governo ainda não é uma certeza, mas não há dúvida que a probabilidade de um evento nesta direção se elevou consideravelmente. Mantenho uma recomendação aplicada na parte intermediária da curva nominal de juros, em conjunto com posições compradas em NTNBs longas. Mantemos uma posição comprada em dólar como hedge deste portfólio de renda ...

Brasil: Lula no radar da Lava-Jato.

O destaque da noite ficou por conta da decisão de política monetária na  Austrália . O RBA manteve os juros estáveis, como era amplamente esperado, mas alterou sua sinalização em relação a taxa de câmbio do país, o AUD.  De acordoc com o comunicado após a decisão:  "The Australian dollar is adjusting to the significant declines in key commodity prices."   ao contrário do antigo texto que dizia:  “"The Australian dollar has declined noticeably against a rising US dollar over the past year, though less so against a basket of currencies. Further depreciation seems both likely and necessary, particularly given the significant declines in key commodity prices."   Após a decisão, o AUD sobe mais de 1,2% neste momento. Os demais ativos de risco mostram sinais de consolidação das tendências recentes. O Dólar opera em queda ao redor do mundo, as bolsas nos países desenvolvidos apresentam pequeno recuo, com as commodities em leve alta e as taxas de juros no...

Update

Os ativos de risco continuam seguindo de perto a saga grega. A Grécia e seus credores voltaram a mesa de negociações o que, à primeira vista, é um sinal positivo de que um acordo ainda seja possível. Todavia, ainda parece existir uma enorme distância entre as demandas dos credores e a disposição da Grécia em atende-las.  Assim, a situação segue fluida, porém indefinida e delicada. Após a surpreendente decisão de cortar os juros e o compulsório para alguns bancos no final de semana, o PBoC, na China , injetou liquidez no mercado durante a noite. A medida é positiva, já que sinaliza aos investidores que o governo não alterou sua postura de dar suporte ao crescimento do país através do canal de menor taxas de juros de mercado. Contudo, o país precisa lidar com um aumento expressivo da alavancagem no seu mercado de renda variável, colocando o governo em situação um tanto quanto ambígua e delicada. Por um lado, precisa garantir um crescimento em torno de 7%, mas por outro lado, nec...