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Daily News – Cenário & Alocações.

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Estamos amanhecendo, no retorno do feriado dos EUA, sem movimentações relevantes no mercado. O destaque, novamente, fica por conta da alta no preço das commodities metálicas, assim como a alta do Petróleo: Em relação ao Petróleo, a ausência de um acordo da OPEP levou a uma nova rodada de alta de preços, o que pode vir a afetar as expectativas de inflação nos EUA, a inflação corrente e pode deixar o Fed um pouco mais preocupado com o cenário de inflação.   Ontem divulgamos nossa carta mensal onde falamos mais a fundo sobre o cenário prospectivo e nossas ideias de alocação: https://www.taginvest.com.br/arquivos/carta-mensal-junho-2021.pdf .   Alguns destaques de alocações deste mês: -Aumento de FII após a queda recente. - Aumento de Multimercados focados em Retorno Absoluto dado as oportunidades na bolsa, no Macro Global e em Crédito Estruturado. - Redução de RV nos EUA após o "rally" recente. - Busca por proteções.   Mantivemos uma alocação acima da...

Daily News – Atualização de Cenário:

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Os ativos de risco estão dando continuidade ao movimento positivo verificado na sexta-feira, após dados bastante robustos do mercado de trabalho nos EUA.   A economia americana adicionou quase 1mm de vagas de trabalho no mês. Como o país está vacinando quase 5mm de pessoas por dia, as expectativas são de que uma normalização social e econômica seja ainda mais acelerada nos próximos meses: Continuo vendo os mercados flutuarem entre dois ambientes distintos ao longo do ano. Primeiro, o cenário que tem prevalecido no curto-prazo, onde a normalização econômica e social gera expectativas de um crescimento mais robusto e estrutural, sem pressões inflacionárias correntes e com uma liquidez global ainda abundante.   Este cenário é visto como positivo pelos ativos de risco, no termo em inglês cunhado como “Goldilocks” e acaba gerando uma busca global por ativos de risco (“risk-on”).   No segundo cenário, as expectativas de crescimento levam a um receio de um erro d...

O que estou vendo?

Gostaria de usar esta véspera de feriado em SP, com os mercados locais fechados, para deixar clara a minha visão de cenário e mercados. Tenho circulado muitas notícias e vocês podem se perder ou ficar confusos com a minha visão. Como a ideia é ser sempre o mais direto e transparente possível, colocando “na reta”, aí vai:   Acredito que vivemos uma dicotomia entre um curto-prazo ainda desafiador, e um longo-prazo que vejo como construtivo.   No cenário internacional, curto-prazo, vejo: 1 – Posição técnica pouco saudável, na média; 2 – Preços e valuations esticados; 3 – Uma pandemia ainda desafiadora na maior parte do mundo; 4 – “Dinâmica de bolha” em alguns cantos do mercado.   Em relação ao (3) vale dizer que vemos sinais mais positivos na Europa e nos EUA nos últimos dias, mas há sinais de atenção na Ásia.   No longo-prazo, vejo: 1 – As vacinas sendo efetivas em trazer normalização; 2 – Uma recuperação global saudável; 3 – Liquidez mone...

Artigo E-Investidor - Perspectivas para 2021

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Este é meu último artigo do ano para o  E-Investidor  do  ESTADÃO . Faço um olhar prospectivo sobre o cenário. Aproveitem! Obrigado  Márcio Kroehn  pela parceria! https://einvestidor.estadao.com.br/colunas/dan-kawa/riscos-investimentos-2021/

Um novo cenário?

Estou começando a pensar em uma nova tese de cenário. Ela é embrionária ainda, pessoal, e precisa evoluir muito. Nela, a recuperação econômica é em “U” e não em “V” ou em “L”. Há uma chance de ser em “W”. Contudo, acho que o formato ( shape ) da recuperação importa menos do que a “nova” economia que irá se estabelecer. Neste cenário, o mundo demora mais para voltar aos picos anteriores, mas uma série de tendências estruturais, talvez “seculares”, que já vinham acontecendo aos poucos, acabam sendo aceleradas e se consolidando. Não acredito muito em mudanças drásticas de hábitos, mas alguns deles, que já vinham mudando, tendem a se consolidar. Apenas para citar alguns exemplos, o mundo do “streaming”, do “Netflix”, ganha corpo em relação a ida ao cinema. A comida em casa, o “take out”, sai fortalecido. A compra pela internet em detrimento às lojas físicas, e assim sucessivamente. Agora, outros hábitos devem retornar, uma vez o vírus controlado. Não acho que as pessoas dei...

Daily News – Poucas mudanças de cenário.

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Os índices de bolsa dos EUA e as bolsas da Europa operam em alta essa manhã, após 2 dias consecutivos de queda. O mercado permanece volátil e será extremamente difícil ficar tentando prever movimentos de curto-prazo na ausência de mudanças significativas de cenário. Tentarei não narrar o mercado ou prever estes movimentos. Vou manter o foco no cenário e nos pilares que julgo serem importantes para que o mundo saia dessa crise econômica e de preços de ativos. Nesta linha, discorremos bastante sobre isso na carta mensal que divulgamos ontem, aqui: https://www.taginvest.com.br/arquivos/carta-mensal-marco-2020.pdf . Além disso, falei de maneira resumida sobre essas temas em entrevista na manhã de ontem, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=0uwXIwl9ID4&t=5s . De forma resumida, vejo um quadro técnico mais saudável e preços/valuations mais atrativos – especialmente nos Brasil, um pouco menos nos EUA. Acredito que a atuação dos Bancos Centrais esteja sendo agressiva...

Cenário:

Vou tentar passar de forma resumida onde acho que estamos neste ciclo. Acredito que estamos em um estágio intermediário ou avançado da crise nos ativos financeiros, mas em um estágio inicial da crise econômica. Devemos esperar recessão em grande parte do mundo. Os dados dos próximos 3 a 6 meses serão desastrosos, mas isso todos, nesta altura do campeonato, já deveriam saber. O ZEW hoje na Alemanha e as vendas no varejo nos EUA foram prévias deste ambiente que estamos entrando. Para resolver isso, apenas um pacote fiscal gigantesco, ao redor do mundo, será suficiente. A política monetária já vem sendo ajustada, mas seu poder de fogo é baixo neste estágio do ciclo econômico. Segundo rumores na mídia, os EUA caminham na direção de um pacote fiscal relevante. Isso seria extremamente positivo, além de essencial, mas talvez não suficiente. Do ponto de vista do mercado, reforço que precisamos avançar em alguns pontos para vermos uma estabilização dos ativos de risco. ...

Daily News – Onde estamos?

Vou tentar fazer um breve resumo do cenário e dos mercados. O grande evento do dia e da semana foi o anúncio, ontem, de um acordo comercial entre EUA e China. Como das outras vezes, não há uma assinatura concreta e nem detalhes mais específicos. De qualquer forma, existe um arrefecimento da Guerra Comercial, a redução de tarifas já implementadas e o cancelamento de tarifas futuras. Aos olhos do mercado, isso já é suficiente para manter o cenário mais positivo e saudável. A partir de agora, devemos voltar a olhar para o cenário econômico vis-à-vis os preços, valuations e posições técnicas. Acho que existem crescentes oportunidades de alocações específicas e relativas no cenário internacional. Contudo, deixaria está alocação mais ativa e relativa para gestores ativos e de retorno absoluto. Tendo a acreditar que a Gestão Passiva perderá algum   espaço para a Gestão Ativa na próxima fase do ciclo econômico. No curto-prazo, o cenário é de crescimento mais baixo porém ainda s...

Cenário econômico segue incerto, mas ativos de risco mantiveram os “ranges” recentes.

Após uma manhã conturbada e um dia de elevada volatilidade, os ativos de risco conseguiram garantir uma recuperação nos mercados internacionais no final do dia. Tecnicamente, o S&P500, por exemplo, está conseguindo manter a banda de 2.600 com 2.800 pontos, com volatilidade elevada e sem direção concreta. No Brasil, o dia foi de desempenho nominal e relativo bastante decepcionante. Alguns vetores podem ter ajudado o movimento, tais como ruídos na Índia com a saída do presidente do BC local; problemas envolvendo a família de Macri na Argentina; e os dados mais fracos na China, já comentados hoje cedo. Uma leitora e contribuidora deste espaço chamou a atenção hoje para o fluxo de entrada no EWZ nos últimos dias, ao mesmo tempo em que se vê uma saída de recursos do BOVA11. Em outras palavras, seria uma indicação dos estrangeiros começando a alocar em Brasil, ao passo que os locais começam a reduzir suas posições. Se este movimento continuar, deveria ser bem visto para a saúde...

De volta ao batente.

Após breves 6 dias úteis fora do dia-a-dia dos mercados, retorno hoje com as atualizações periódicas sobre cenário econômico, mercados financeiros e recomendações de investimentos. Neste período que estive fora do dia-a-dia, fiz breves atualizações (muito curtas, porém relevantes), necessárias diante das mudanças bruscas de preço dos ativos financeiros globais e locais. Como eu estava com acesso limitado aos meios de comunicação normal, apenas alguns de vocês tiveram acesso a essas atualizações. Como a receptividade dos textos está sendo elevada e crescente, achei válido atualizar os principais textos para que todos tenham acesso de maneira linear e uniforme. Separei os 3 principais textos aqui, no ambiente que já é comum neste fórum há anos: https://mercadosglobais.blogspot.com/2018/11/posicao-tecnica-mercados-brasileiros.html https://mercadosglobais.blogspot.com/2018/11/esquentando-os-motores.html https://mercadosglobais.blogspot.com/2018/11/recarregando-...

Cenário Base. Cenário Alternativo. Riscos & Conclusões.

Na sexta-feira os ativos de risco deram continuidade ao movimento de “risk-off” que acabou marcando toda a semana. O destaque ficou por conta da pressão nas bolsas globais e do fechamento das taxas de juros nos países desenvolvidos. O dólar apresentou desempenho mais misto, os ativos emergentes foram foco de pressão, assim como as commodities metálicas, especialmente aquelas mais dependentes de crescimento. O final de semana trouxe poucas novidades concretas. A mídia internacional continua focada na questão envolvendo a imposição de tarifas de importação por parte dos EUA e a resposta de seus “parceiros comerciais”, mas, em especial, por parte da China. Não há novidades relevantes nesta frente. A China ameaça adotar uma postura de reciprocidade. Entretanto, ainda evita adotar uma posição mais dura, com foco em produtos mais relevantes para o comércio entre os dois países (como a Soja) ou tocando em temas mais polêmicos de forma oficial, como uma possível redução nas compras, o...